Movimento consciente


Que a prática regular de atividade física seja capaz de manter ou desenvolver a saúde dificilmente se discutiria atualmente, pois há um sem número de profissionais, pesquisas, artigos, livros etc. que o confirmam. Aliás, chegamos a um ponto em que empresas e até operadoras de planos de saúde têm se dedicado a estimular a mudança do estilo de vida com o intuito de que a pessoa abandone o sedentarismo e, assim, seus quase que infindáveis malefícios. No plano pessoal, o que notei é que, além de regular os indicadores e demais marcadores que confirmam a boa condição física geral, a vida ativa gera também benefícios sutis, que podem passar despercebidamente logo de início, mas que tendem a se desvendar depois, numa espécie de progressão geométrica. Então, podemos até divergir sobre os tipos de exercícios mais agradáveis ou favoráveis ou ainda sobre a frequência, intensidade e duração ideais, segundo a nossa percepção ou experiência, mas é improvável que discordássemos de que o movimento consciente, em regra, leva ao alívio do estresse, à conquista da paz interior e à percepção da maturidade.



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