Dúvidas sobre o composto de mRNA


Algumas das perguntas que não calam sobre o mais recente fenômeno da indústria farmacêutica, em virtude do consumo do(s) imunizante(s) da moda, isto é, do(s) composto(s) de RNA mensageiro (mRNA), entre três e cinco anos após a sua aplicação:
- Qual é o risco de dano ao musculo cardíaco, ao tecido cerebral, ao sistema imune etc.?
- Qual é o risco de que as nanopartículas eventualmente ultrapassem a sua configuração original?
- Qual é o risco de que a mutação idealizada para o controle da infecção extrapole a programação ou desemboque em reação em cadeia?

Quem possui um pouco de paciência e se detém sobre o documento não tem dificuldades para perceber o cenário, já que, segundo informa a agência reguladora:
O RNA mensageiro com nucleosídeo modificado... está formulado em nanopartículas lipídicas, permitindo que o RNA não replicante entre nas células hospedeiras para permitir a expressão transitória do antígeno... O mRNA codifica a proteína... ligada à membrana, com duas mutações pontuais na hélice central. A mutação destes dois aminoácidos para a prolina bloqueia a proteína... (Anvisa. Bula do Profissional de Saúde. p. 9)

Bem, como a arte imita a vida ou a vida imita a arte, oxalá os moradores de Raccoon City tenham melhor sorte dessa vez, conseguindo vencer as ameaças que lhes rondam ou que são desencadeadas infelizmente por quem deveria lhes apoiar.



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