Conforme evidencia a história contemporânea das organizações empresariais, a proposta que ousar ignorar as exigências mercadológicas estará condenada à estagnação ou ao que é bem mais provável que ocorra: a extinção.
Vários são os fatores estratégicos que os gestores precisam levar em conta no planejamento dos negócios, entretanto, como dependem dos recursos humanos para viabilizar quaisquer das medidas que intentem, necessitam de índices crescentes de qualificação dos colaboradores.
Não poderia ser de outra forma visto que não convém flertar com o risco de perda de espaço importante para a concorrência ou de desapontamento dos investidores, pelo comprometimento da lucratividade ou da rentabilidade.
Percebendo o leque de oportunidades que este cenário descortina, profissionais já inseridos no mercado de trabalho ou em vias de fazê-lo investem tempo e recursos para potencializar sua formação.
Ainda que intuitivamente, sabem que sem adequada capacitação será muito difícil, senão impossível, a tão acalentada estabilidade. Afinal, passou a ser necessário comprovar, quase que diariamente, que estão preparados para os desafios dessa economia mutante.
Em que pese o mérito de tal iniciativa, correm ainda o risco de serem dramaticamente surpreendidos no processo, pois o dinamismo mercadológico consegue oferecer de quase tudo ao indivíduo, menos a rigidez de um ambiente estático.
Considerando que a empresa precisa se reciclar continuamente, o que só conseguirá se as pessoas por meio das quais se expressa também o fizer, é bem improvável que o status quo seja mantido, sem mudanças.
À semelhança de uma criança irrequieta, o mercado já não se satisfaz por muito tempo com o mesmo padrão de bens, produtos ou serviços, independentemente do quão inovadores tenham sido em sua concepção...
Certamente, muito mais poderia ser destacado acerca da questão, todavia, cabe ainda indicar que, na proporção em que amplia sua formação, o profissional tende a constatar que a adaptabilidade é a regra do jogo; neste sentido, alinhando-se com a necessidade do gestor e o interesse do investidor.